Ainda que distante, tenha certeza
Não os esquecerei. Vocês é são muito especiais.
Pela dedicação, trabalho, o carinho, Jamais serão esquecidos, ficarão plantados em meu coração.
E Um dia com certeza iremos nos encontrar por esses caminhos
Lembraremos dos momentos vividos, do trabalho dividido.
Ilumine Deus esse novo caminho, boa sorte e muito sucesso.
A saudade vai ficar, mas a certeza que felicidade é o nosso maior prazer.
Desejo que todos tenha um ano com muitas realizações lembrem-se sempre seremos uma equipe
amiga de sempre
VANIA JANONES
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
ADEUS NUMCA ...ATE QUALQUER DIA .........
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
CIDADES PEQUENAS TEM MAIS RISCOS DE ACIDENTES FATAIS
Cidades pequenas têm mais risco de acidentes fatais
Uma pesquisa sobre os perigos do trânsito no Brasil chegou a uma conclusão surpreendente: o risco de acidentes com mortes é maior em cidades pequenas e médias do que nas grandes. O trânsito parece perigoso só de olhar. Caminhão pesado, carro, bicicleta e até carroça dividindo a mesma pista. Em Seropédica, na Baixada Fluminense, é um risco de acidente atrás do outro.O pequeno Marlon, de 13 anos, acabou atropelado. “A roda de trás passou em cima da minha perna”, lembra o menino. Marlon escapou por pouco de uma estatística assustadora. O trânsito no Brasil mata demais. Segundo a Associação de Medicina de Tráfego são mais de 35 mil mortes por ano. Nas capitais o movimento pesado impressiona. Mas o perigo do trânsito não está só nas grandes cidades. Um levantamento do Ministério da Saúde fez uma comprovação que pode até surpreender muita gente. O risco de um acidente fatal, numa batida ou mesmo atropelamento, já é muito maior nas pequenas e médias cidades brasileiras do que nas grandes metrópoles. O levantamento considerou o número de mortes em relação ao tamanho da cidade. Assim, as cidades de mais de 500 mil habitantes tiveram 15,8 mortes por ano para cada 100 mil pessoas. Nas cidades de 100 a 500 mil, foram quase 20 mortes. E onde o trânsito matou mais perigoso foi nas cidades de 20 mil a 100 mil habitantes. Uma das cidades com trânsito mais arriscado é São Miguel do Iguaçu, no Paraná, com quase 46 mortes por ano, em cada 100 mil habitantes. “Não tem nenhuma sinalização aqui. Então a qualquer momento pode acontecer um acidente”, aponta um homem. “O que nós observamos ultimamente é que algumas comunidades carentes estão crescendo vigorosamente às margens da rodovia, sem qualquer planejamento urbano. Elas acabam se expondo a um risco maior porque a infra-estrutura não chega a essas pessoas, já que o crescimento é muito rápido. A recomendação que nós fazemos nestes casos é para que as pessoas redobrem a atenção e diminuam a velocidade para evitar essas surpresas”, explica André de Azevedo da Polícia Rodoviária Federal –RJ.
Legenda: Fonte: Jornal Nacional
Uma pesquisa sobre os perigos do trânsito no Brasil chegou a uma conclusão surpreendente: o risco de acidentes com mortes é maior em cidades pequenas e médias do que nas grandes. O trânsito parece perigoso só de olhar. Caminhão pesado, carro, bicicleta e até carroça dividindo a mesma pista. Em Seropédica, na Baixada Fluminense, é um risco de acidente atrás do outro.O pequeno Marlon, de 13 anos, acabou atropelado. “A roda de trás passou em cima da minha perna”, lembra o menino. Marlon escapou por pouco de uma estatística assustadora. O trânsito no Brasil mata demais. Segundo a Associação de Medicina de Tráfego são mais de 35 mil mortes por ano. Nas capitais o movimento pesado impressiona. Mas o perigo do trânsito não está só nas grandes cidades. Um levantamento do Ministério da Saúde fez uma comprovação que pode até surpreender muita gente. O risco de um acidente fatal, numa batida ou mesmo atropelamento, já é muito maior nas pequenas e médias cidades brasileiras do que nas grandes metrópoles. O levantamento considerou o número de mortes em relação ao tamanho da cidade. Assim, as cidades de mais de 500 mil habitantes tiveram 15,8 mortes por ano para cada 100 mil pessoas. Nas cidades de 100 a 500 mil, foram quase 20 mortes. E onde o trânsito matou mais perigoso foi nas cidades de 20 mil a 100 mil habitantes. Uma das cidades com trânsito mais arriscado é São Miguel do Iguaçu, no Paraná, com quase 46 mortes por ano, em cada 100 mil habitantes. “Não tem nenhuma sinalização aqui. Então a qualquer momento pode acontecer um acidente”, aponta um homem. “O que nós observamos ultimamente é que algumas comunidades carentes estão crescendo vigorosamente às margens da rodovia, sem qualquer planejamento urbano. Elas acabam se expondo a um risco maior porque a infra-estrutura não chega a essas pessoas, já que o crescimento é muito rápido. A recomendação que nós fazemos nestes casos é para que as pessoas redobrem a atenção e diminuam a velocidade para evitar essas surpresas”, explica André de Azevedo da Polícia Rodoviária Federal –RJ.
Legenda: Fonte: Jornal Nacional
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
BLITZ TREINAMENTO
domingo, 28 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Semana Nacional de Transito
Seguindo a visão de um trânsito pessoal que particulariza a vida no exercício diário da cidadania, o Conselho Nacional de Trânsito definiu como tema da Semana Nacional de Trânsito deste ano: A Criança no Trânsito. No ano passado, o jovem teve aberta à janela de sua vida no trânsito. E em 2006, o foco da atenção foi o motociclista.
Não foi à toa que a criança foi escolhida como mote da campanha de 2008. Dados do Ministério da Saúde apontam que 2.427 crianças (de 0 a 14 anos) morreram no trânsito em 2004 (41% do total das crianças mortas em acidentes). Em 2003 foram 2.446 vidas perdidas. Pesquisa realizada em 2000 pela Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação demonstrou que do total de pedestres atropelados, 39,2% foram crianças na faixa etária entre 5 e 15 anos.
Cidadã desde o ventre de sua mãe, a criança goza do direito de um trânsito saudável e seguro já durante os nove meses de gestação. Nessa época começa a serem revelados os mistérios da paternidade e maternidade. E ter sabedoria para educar os filhos é, sem dúvida, o maior segredo a ser buscado pelos pais. Ensiná-los a se comportar nas ruas se inicia ao sair para passear com eles nas calçadas e parques. Bons exemplos dados na infância firmarão seus valores morais e éticos, e os favorecerão em todas as circunstâncias da vida no trânsito. No andar sem pressa; na paciência com os outros; no atravessar na faixa de pedestre; no respeitar a sinalização de trânsito; no usar o cinto de segurança; no caminhar de mãos dadas. Toda ação e reação dos pais são notadas pela criança, e serão imitadas em casa, na escola e nas ruas.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) disciplina ações específicas relacionadas com a criança no trânsito. No tocante à educação, o Departamento Nacional de Trânsito vem desenvolvendo estudos para definição das diretrizes nacionais da educação para o trânsito no ensino básico (Art. 76).
O transporte correto das crianças pode reduzir em muito a gravidade das lesões e dos óbitos em acidentes de trânsito. Assim, conduzir crianças de até 10 anos de idade só é permitido no banco traseiro do veículo (Art. 64 do CTB), devendo ser usado cinto de segurança ou serem acomodadas em assentos, conforme o peso e tamanho. O bebê não deve ser transportado no colo. Deve-se usar equipamento adequado preso ao banco traseiro que evite, em caso de freada brusca ou acidente, sua projeção contra o painel e vidros ou mesmo de ser atirada para fora do veículo. Para as crianças maiores, caberá aos pais a escolha do melhor modo de transportá-las. Podem fazê-lo por meio de cinto de segurança ajustado para seu tamanho, ou por cadeirinha especial equipada no banco traseiro do veículo.
No transporte de crianças por motocicletas, o CTB penaliza com multa gravíssima motociclistas que transportem menores de 7 anos (Art. 244). Quanto ao transporte escolar (Art. 136), os veículos deverão ter cintos de segurança para todos os passageiros, além de dispor de dispositivos de segurança para as crianças de até 10 anos de idade.
As crianças são corredores natos. Impulsivas e irrequietas por natureza correm atrás de bolas, pipas e balões. Correm nas garagens e estacionamentos. Correm em bicicletas, patins, skates, patinetes. Também consideram o lugar onde moram refúgio seguro para brincar ou sentar despreocupadas no meio-fio e cantos da rua. Sentem-se confiantes por divisarem o portão de casa. Ingênuas entendem que há sempre alguém os vigiando e protegendo. Têm campo de visão restrito a sua pequena estatura, não discernindo o perigo nos carros que se aproximam. Muitas vezes são surpreendidas em atropelamentos por motoristas que não priorizam sua presença nas ruas.
As crianças não são anjos que diante do perigo batem suas asas e alçam vôo. Por isso, como adultos precisamos ser diligentes e atenciosos ao dirigir nos bairros das cidades. Agindo sempre com a possibilidade de uma criança surgir de repente ou estar brincando na rua. Acendendo os faróis no interior de garagens e estacionamentos cobertos. Respeitando os sinais e faixas de pedestres. Tendo cuidado redobrado quando uma criança se aproximar para atravessar.
A ausência de malícia, a sinceridade e a humildade tão marcantes na personalidade da criança levou Jesus a afirmar certa ocasião que “das tais é o reino dos céus”. Ele foi mais além, ao dizer que os adultos deveriam ser como crianças. Não na criancice própria desse tempo da existência, mas na humildade e esperança de seu coração.
Carlos Alberto Ferreira dos Santos
Membro do Conselho Nacional de Trânsito
Não foi à toa que a criança foi escolhida como mote da campanha de 2008. Dados do Ministério da Saúde apontam que 2.427 crianças (de 0 a 14 anos) morreram no trânsito em 2004 (41% do total das crianças mortas em acidentes). Em 2003 foram 2.446 vidas perdidas. Pesquisa realizada em 2000 pela Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação demonstrou que do total de pedestres atropelados, 39,2% foram crianças na faixa etária entre 5 e 15 anos.
Cidadã desde o ventre de sua mãe, a criança goza do direito de um trânsito saudável e seguro já durante os nove meses de gestação. Nessa época começa a serem revelados os mistérios da paternidade e maternidade. E ter sabedoria para educar os filhos é, sem dúvida, o maior segredo a ser buscado pelos pais. Ensiná-los a se comportar nas ruas se inicia ao sair para passear com eles nas calçadas e parques. Bons exemplos dados na infância firmarão seus valores morais e éticos, e os favorecerão em todas as circunstâncias da vida no trânsito. No andar sem pressa; na paciência com os outros; no atravessar na faixa de pedestre; no respeitar a sinalização de trânsito; no usar o cinto de segurança; no caminhar de mãos dadas. Toda ação e reação dos pais são notadas pela criança, e serão imitadas em casa, na escola e nas ruas.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) disciplina ações específicas relacionadas com a criança no trânsito. No tocante à educação, o Departamento Nacional de Trânsito vem desenvolvendo estudos para definição das diretrizes nacionais da educação para o trânsito no ensino básico (Art. 76).
O transporte correto das crianças pode reduzir em muito a gravidade das lesões e dos óbitos em acidentes de trânsito. Assim, conduzir crianças de até 10 anos de idade só é permitido no banco traseiro do veículo (Art. 64 do CTB), devendo ser usado cinto de segurança ou serem acomodadas em assentos, conforme o peso e tamanho. O bebê não deve ser transportado no colo. Deve-se usar equipamento adequado preso ao banco traseiro que evite, em caso de freada brusca ou acidente, sua projeção contra o painel e vidros ou mesmo de ser atirada para fora do veículo. Para as crianças maiores, caberá aos pais a escolha do melhor modo de transportá-las. Podem fazê-lo por meio de cinto de segurança ajustado para seu tamanho, ou por cadeirinha especial equipada no banco traseiro do veículo.
No transporte de crianças por motocicletas, o CTB penaliza com multa gravíssima motociclistas que transportem menores de 7 anos (Art. 244). Quanto ao transporte escolar (Art. 136), os veículos deverão ter cintos de segurança para todos os passageiros, além de dispor de dispositivos de segurança para as crianças de até 10 anos de idade.
As crianças são corredores natos. Impulsivas e irrequietas por natureza correm atrás de bolas, pipas e balões. Correm nas garagens e estacionamentos. Correm em bicicletas, patins, skates, patinetes. Também consideram o lugar onde moram refúgio seguro para brincar ou sentar despreocupadas no meio-fio e cantos da rua. Sentem-se confiantes por divisarem o portão de casa. Ingênuas entendem que há sempre alguém os vigiando e protegendo. Têm campo de visão restrito a sua pequena estatura, não discernindo o perigo nos carros que se aproximam. Muitas vezes são surpreendidas em atropelamentos por motoristas que não priorizam sua presença nas ruas.
As crianças não são anjos que diante do perigo batem suas asas e alçam vôo. Por isso, como adultos precisamos ser diligentes e atenciosos ao dirigir nos bairros das cidades. Agindo sempre com a possibilidade de uma criança surgir de repente ou estar brincando na rua. Acendendo os faróis no interior de garagens e estacionamentos cobertos. Respeitando os sinais e faixas de pedestres. Tendo cuidado redobrado quando uma criança se aproximar para atravessar.
A ausência de malícia, a sinceridade e a humildade tão marcantes na personalidade da criança levou Jesus a afirmar certa ocasião que “das tais é o reino dos céus”. Ele foi mais além, ao dizer que os adultos deveriam ser como crianças. Não na criancice própria desse tempo da existência, mas na humildade e esperança de seu coração.
Carlos Alberto Ferreira dos Santos
Membro do Conselho Nacional de Trânsito
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
PROGRAMA DE TV LOCAL -BIS
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
RELATORIO
RELATORIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDOS NO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO NOS ULTIMOS 12 MESES Após a convocação dos Agentes de Trânsito no dia 03 de setembro de 2007 iniciaram os treinamentos da Guarda Municipal de Trânsito que teve duração de 4 meses, após a formatura começaram a colocar em pratica o que desenvolveram em sala de aula
. AÇOES realizadas pela a Guarda Municipal de Trânsito: · BLITZ EDUCATIVA: · Av. dos Cajueiros em frente a Eldorado em parceria com PM; · Av. dos Cajueiros em frente a Ipês; · Av dos Cajueiros esquina com Aurora em parceria com a PM; · Av Jatobá em frente ao Departamento de Transito; · Av Jatobá em frente à Florença; · Av José Nelson Coutinho próximo ao Posto Paradão em parceria com a Ager; · Na MT 419 em parceria com Ager; · PIT STOP PARA ENTREGA DE MATERIAL EDUCATIVO: · Dia das Mães em parceria com a Escola Monteira Lobato; · Dia Internacional das Mulheres com Escola Beija Flor; · Dia das Mães em parceria com a PM; · No mês de junho com todas as escolas estaduais; · NOTIFICAÇÕES EDUCATIVAS: · Foram feitas 710 notificações · PALESTRAS EDUCATIVAS: · Escola Estrelinha do Norte; · Escola Kreen Akarore; · Comunidade Santa Ana; · Creche Tia Teté; · Pet; · PARCERIAS COM A GESTÃO MUNICIPAL: · Com a Ação Social na montagem da Cesta Básica; · Com a Infra-estrutura na lama asfaltica; · Com Ação Social na gincana dos Pet; · Com a Apae; · Com Secretaria de Saúde na passeada com o Caps; · Com Acritã na Cavalgada; · Com Secretaria de Turismo e Meio Ambiente na Caminhada do Turismo Rural;
. AÇOES realizadas pela a Guarda Municipal de Trânsito: · BLITZ EDUCATIVA: · Av. dos Cajueiros em frente a Eldorado em parceria com PM; · Av. dos Cajueiros em frente a Ipês; · Av dos Cajueiros esquina com Aurora em parceria com a PM; · Av Jatobá em frente ao Departamento de Transito; · Av Jatobá em frente à Florença; · Av José Nelson Coutinho próximo ao Posto Paradão em parceria com a Ager; · Na MT 419 em parceria com Ager; · PIT STOP PARA ENTREGA DE MATERIAL EDUCATIVO: · Dia das Mães em parceria com a Escola Monteira Lobato; · Dia Internacional das Mulheres com Escola Beija Flor; · Dia das Mães em parceria com a PM; · No mês de junho com todas as escolas estaduais; · NOTIFICAÇÕES EDUCATIVAS: · Foram feitas 710 notificações · PALESTRAS EDUCATIVAS: · Escola Estrelinha do Norte; · Escola Kreen Akarore; · Comunidade Santa Ana; · Creche Tia Teté; · Pet; · PARCERIAS COM A GESTÃO MUNICIPAL: · Com a Ação Social na montagem da Cesta Básica; · Com a Infra-estrutura na lama asfaltica; · Com Ação Social na gincana dos Pet; · Com a Apae; · Com Secretaria de Saúde na passeada com o Caps; · Com Acritã na Cavalgada; · Com Secretaria de Turismo e Meio Ambiente na Caminhada do Turismo Rural;
segunda-feira, 14 de julho de 2008
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